terça-feira, 24 de novembro de 2009

Interpretando as Mulheres


O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho enquanto caçava furtivamente em um bosque dele. O Rei vizinho poderia tê-lo matado no ato, pois tal era o castigo para quem violasse as leis da propriedade. Contudo se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil. A pergunta era:
- O que realmente as mulheres querem?
Semelhante pergunta deixaria perplexo até o homem mais sábio, e ao jovem Arthur lhe pareceu impossível respondê-la. Contudo aquilo era melhor do que a morte, de modo que regressou ao seu reino e começou a interrogar as pessoas: A princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o palhaço da corte, em suma, todos... E ninguém soube dar uma resposta convincente.

domingo, 29 de março de 2009

Reciclagem Comportamental



Muitos estão preocupados com o desfecho dessa crise mundial... Mas no meu ver, antes de ser repudiado esse é um processo que deveria ser desejado por todos, pois, uma doença social mundial chegou ao seu clímax e a hora de seu expurgo começou. Quero dizer com isso que uma nova maneira de viver está começando assim como a Primeira Grande Guerra Mundial mudou o mundo da época; de mesma forma como a Segunda Grande Guerra Mundial mudou mais radicalmente nossos rumos. Agora é chegada a hora de outro ajuste na humanidade. Estamos reciclando nosso lixo na maneira de viver. Muitas empresas vão desaparecer para darem lugar a novas empresas bem mais estruturadas e com visão melhorada. Outras tantas vão conseguir se adaptarem a nova dieta imposta e assim permanecerem vivas. Velhos conceitos políticos e sociais irão desaparecer, mas uma coisa é certa: Todos deverão mudar sua maneira de pensar e agir se quiserem sobreviver e isso significa forçosamente uma nova mentalidade já que estávamos acomodados em conceitos equivocados e críticas desinformadas. 


O novo desponta e o velho cede lugar. É a lei da vida... É a reciclagem do velho em prol de um novo melhor adaptado a realidade atual. Entretanto, o novo não pode menosprezar o velho, pois dele saiu seu alicerce. Seria como uma planta ou animal morto servir de alimento ao que permaneceu, se assim não fosse, o novo desapareceria por falta de estrutura.